O que é, na prática
O vendedor vê os clientes da carteira dele, mas não a margem. O técnico vê a OS, mas não o valor. O gerente da unidade de Taubaté vê Taubaté, não São José. O financeiro aprova estorno; o atendimento não. Cada regra dessas é uma permissão.
Por que importa
- Segurança — dados sensíveis (preço de custo, salário, dados de cliente) só para quem precisa.
- Fluxo correto — aprovação, fechamento e alteração ficam com o responsável certo.
- Rastreabilidade — cada ação tem um usuário identificado.
- Conformidade — LGPD exige controle de acesso a dados pessoais.
Modelos comuns
- Por perfil (RBAC): vendedor, técnico, gerente, admin.
- Por escopo: unidade, setor, carteira, região.
- Por ação: ver, criar, editar, aprovar, excluir.
- Combinados: "gerente da unidade X pode aprovar desconto até 10%".
Como a DAS desenha
As permissões nascem do mapeamento de processos — quem faz o quê hoje vira regra no sistema. E como a estrutura é pensada desde o primeiro módulo, cada novo módulo herda os perfis sem retrabalho.
Dúvidas comuns sobre Controle de permissões
Permissão é só para esconder informação?
É também para proteger o fluxo: quem pode aprovar desconto, fechar OS, alterar preço ou estornar pagamento. Permissão bem desenhada é regra de negócio.
Sistema pronto tem permissão suficiente?
Geralmente tem perfis fixos. Se a sua empresa tem regra própria (gerente de unidade vê só a sua unidade, técnico não vê valor), o sistema pronto pode não atender.