O que é, na prática
O banco de dados é a memória da empresa em formato de sistema. Um cliente cadastrado uma vez aparece na venda, na OS, no financeiro e no relatório porque todos leem do mesmo lugar. É o que torna possível a fonte única da verdade.
Por que importa para o gestor
- Consistência. Regras do banco impedem pedido sem cliente, OS sem responsável, estoque negativo.
- Histórico. Alterações ficam registradas — base da rastreabilidade.
- Relatórios sem esforço. Se o dado está estruturado, o indicador é uma consulta, não um trabalho.
- Independência. Dados em banco aberto podem migrar; dados presos em sistema fechado, não.
Decisões que afetam a empresa
- Onde fica (nuvem, servidor próprio, híbrido) — impacta acesso, backup e custo.
- Quem acessa — permissões por perfil e por unidade.
- Backup e recuperação — frequência e teste de restauração.
- Propriedade — cláusula contratual de que os dados são da empresa.
Como a DAS trata
O modelo de dados é desenhado a partir do mapeamento de processos, já prevendo os módulos futuros. Backup automático e acesso do cliente ao banco fazem parte do padrão de entrega.
Dúvidas comuns sobre Banco de dados
Planilha é banco de dados?
Não. Planilha não garante consistência (dois registros iguais, campo vazio, fórmula quebrada), não controla acesso por linha e não registra quem alterou o quê.
Os dados do sistema são meus?
Devem ser. Exija no contrato acesso ao banco de dados ou exportação completa em formato aberto. Na DAS, os dados pertencem ao cliente.