O que é, na prática

O cliente paga o boleto. O banco ou o gateway de pagamento dispara um webhook para o seu sistema: "pagamento X confirmado". O sistema recebe, dá baixa no título, libera o pedido e avisa a expedição — em segundos, sem ninguém consultar o extrato.

Por que importa

  • Tempo real: a ação acontece no momento do evento.
  • Eficiência: nada de consultar a cada 5 minutos "já pagou?".
  • Base de automação: webhook é o gatilho externo por excelência.

Exemplos comuns

  • Gateway de pagamento → baixa automática.
  • Formulário do site → lead no CRM + aviso ao comercial.
  • Transportadora → atualização de rastreio.
  • WhatsApp → registro de conversa no atendimento.
  • Marketplace → pedido no sistema de expedição.

O que o sistema receptor precisa fazer

  1. Verificar a origem (assinatura/token).
  2. Registrar o evento recebido (log).
  3. Processar de forma idempotente (o mesmo aviso duas vezes não duplica a ação).
  4. Responder rápido e tratar erro com fila de reprocessamento.

Na DAS

Todo sistema construído pela DAS pode receber webhooks (de pagamento, formulário, parceiro) e emitir webhooks (para CRM, planilha, automação externa) — inclusive o formulário de diagnóstico deste site.

Dúvidas comuns sobre Webhook

Webhook e API são a mesma coisa?

São complementares. API é quando o seu sistema pergunta ('qual o status?'). Webhook é quando o outro sistema avisa ('o status mudou'). Integração boa usa os dois.

Webhook é seguro?

Com assinatura ou token de verificação, sim. O sistema receptor confere que o aviso veio de quem diz ter vindo antes de agir.