O que é, na prática

A venda é fechada no CRM. Sem integração: alguém copia os dados para o ERP, outro alguém lança no sistema de expedição, o financeiro digita a cobrança. Com integração: a venda confirmada dispara tudo isso automaticamente e cada setor vê a mesma informação.

Por que importa

  • Zera a redigitação — a maior fonte de erro e retrabalho.
  • Informação em tempo real entre setores.
  • Preserva o que funciona — não é preciso trocar o ERP para ganhar um módulo novo.
  • Base para automação — sem integração, não há gatilho entre sistemas.

Formas de integrar (da melhor para a última opção)

  1. API — comunicação oficial e estável.
  2. Webhook — o sistema avisa o outro quando algo acontece.
  3. Banco de dados — leitura direta, com autorização.
  4. Arquivo agendado — exportação/importação automática (ETL).
  5. RPA — automação de tela, quando nada mais existe.

O que avaliar antes

  • Quais dados precisam circular e em qual direção?
  • Qual sistema é a fonte da verdade para cada dado?
  • O que acontece quando a integração falha? (fila, alerta, reprocessamento)

Como a DAS trata

Integração é item de escopo com viabilidade avaliada no diagnóstico — API, permissões e qualidade dos dados — e entregue com log, monitoramento e tratamento de falha.

Dúvidas comuns sobre Integração de sistemas

Toda integração é possível?

Tecnicamente, quase toda. Na prática, depende de três coisas: existe API ou acesso aos dados? A empresa tem permissão para usar? Os dados de origem são confiáveis? O diagnóstico responde as três.

Integração é um projeto único ou contínuo?

Nasce como projeto e vira manutenção: sistemas atualizam, APIs mudam, campos novos surgem. Monitoramento e ajuste fazem parte.