O que é, na prática
O cliente manda no WhatsApp: "preciso reagendar a visita de amanhã para quinta". O agente identifica o cliente, localiza a OS, verifica a agenda do técnico, propõe horário, confirma com o cliente e atualiza o sistema. Um humano só entra se não houver horário ou se o cliente pedir algo fora do padrão.
Diferença para automação tradicional
A automação por regra segue um caminho fixo. O agente interpreta a situação, escolhe entre ferramentas disponíveis (consultar, criar, atualizar, notificar) e adapta o caminho — dentro dos limites que o sistema permite.
Onde faz sentido
- Atendimento de primeiro nível com ações reais (status, reagendamento, segunda via).
- Triagem e encaminhamento com criação de registros.
- Rotinas administrativas: cobrar pendência, confirmar entrega, atualizar cadastro.
- Apoio interno: "quais OS estão paradas há mais de 3 dias e por quê?".
Guardrails obrigatórios
- Lista explícita do que o agente pode fazer.
- Limites de valor, volume e horário.
- Registro de toda ação (auditável).
- Escalonamento para humano em caso de dúvida.
Como a DAS constrói
Agentes são módulos do sistema, não ferramentas soltas: usam as mesmas permissões, a mesma base e a mesma trilha de auditoria — com validação humana onde o risco pede.
Dúvidas comuns sobre Agente de IA
Agente de IA é um chatbot?
O chatbot conversa. O agente age: consulta o estoque, cria o pedido, agenda a entrega. Pode ter interface de conversa, mas o que o define é executar tarefas em sistemas.
É seguro deixar um agente agir sozinho?
Dentro de limites, sim: ações reversíveis e de baixo impacto podem ser autônomas; ações críticas exigem confirmação humana. O limite é definido em projeto, não improvisado.
