O que é, na prática

O módulo de OS está pronto. Em vez de "colocar no ar e ver", a equipe recebe um ambiente de teste com dados da empresa e um roteiro: abrir OS, orçar, aprovar, executar com baixa de estoque, fechar e conferir no financeiro. Cada passo tem um resultado esperado. O que passa é aceito; o que não passa é corrigido; o que não estava no escopo é anotado para a próxima fase.

Por que importa

  • Aceite objetivo: critério, não opinião.
  • Erro encontrado antes da produção, quando é barato corrigir.
  • Adesão: a equipe que testou já sabe usar.
  • Protege os dois lados: pagamento por marco atrelado ao aceite.

O que precisa existir

  • Escopo com critérios de aceite definidos antes.
  • Ambiente de teste separado, com dados reais (ou realistas).
  • Roteiro por fluxo e por perfil de usuário.
  • Registro do que passou, do que falhou e do que é novo.
  • Prazo combinado para a homologação.

Erros comuns

  • Homologar em produção.
  • Só o gestor testar.
  • Misturar "não funciona" com "queria diferente" — o primeiro é correção, o segundo é próxima fase.

Como a DAS conduz

Roteiro de homologação entregue junto com o módulo, ambiente de teste com dados migrados, e reunião de fechamento com a equipe. O aceite libera o marco e abre a implantação.

Dúvidas comuns sobre Homologação

Quem homologa?

Quem usa. O gestor aprova, mas quem testa é o vendedor, o técnico, o financeiro — cada um o seu fluxo. Homologação só pelo gestor gera sistema que a equipe não adota.

Quanto tempo leva?

Uma a duas semanas por módulo, em paralelo à rotina. Roteiro claro e ambiente pronto encurtam; homologação sem roteiro se arrasta.