O que é, na prática

Uma conversa de 60 a 90 minutos — presencial ou online — em que a DAS pergunta: o que chega, o que você faz, para onde vai, o que trava, o que é feito à mão, quais sistemas existem. Com as respostas, entrega em poucos dias um documento com prioridades, módulos sugeridos, integrações viáveis e uma faixa de investimento.

O que o diagnóstico levanta

  • Pessoas: quem inicia, executa, aprova e confere.
  • Dados: onde cada informação nasce e quem precisa dela.
  • Regras e exceções: o que muda o caminho.
  • Gargalos: onde o trabalho espera.
  • Sistemas atuais: ERP, planilhas, grupos — e se têm API.
  • Prioridades: o que dói mais e o que dá mais retorno.

O que você recebe

  1. Mapa do fluxo de trabalho atual.
  2. Módulos sugeridos em ordem de prioridade.
  3. Integrações avaliadas (viável / com restrição / inviável).
  4. Escopo e faixa de investimento do primeiro módulo.
  5. Recomendação honesta: sob medida, ferramenta pronta ou híbrido.

Por que a DAS começa assim

Porque sistema construído sem entender o processo real é sistema que a equipe não usa. O diagnóstico é o que garante que o software acompanhe a operação — princípio número um da DAS.

Dúvidas comuns sobre Diagnóstico de operação

O diagnóstico é realmente gratuito?

Sim. Ele existe para que a DAS e a empresa decidam com base em fato se vale seguir — e para que o escopo seja honesto. Se o problema se resolve com uma ferramenta pronta, a DAS diz.

Preciso preparar alguma coisa?

Não precisa de escopo técnico. Ajuda ter por perto quem executa a rotina, os sistemas e planilhas em uso e um ou dois exemplos de onde a informação trava.