O que é, na prática
Uma conversa de 60 a 90 minutos — presencial ou online — em que a DAS pergunta: o que chega, o que você faz, para onde vai, o que trava, o que é feito à mão, quais sistemas existem. Com as respostas, entrega em poucos dias um documento com prioridades, módulos sugeridos, integrações viáveis e uma faixa de investimento.
O que o diagnóstico levanta
- Pessoas: quem inicia, executa, aprova e confere.
- Dados: onde cada informação nasce e quem precisa dela.
- Regras e exceções: o que muda o caminho.
- Gargalos: onde o trabalho espera.
- Sistemas atuais: ERP, planilhas, grupos — e se têm API.
- Prioridades: o que dói mais e o que dá mais retorno.
O que você recebe
- Mapa do fluxo de trabalho atual.
- Módulos sugeridos em ordem de prioridade.
- Integrações avaliadas (viável / com restrição / inviável).
- Escopo e faixa de investimento do primeiro módulo.
- Recomendação honesta: sob medida, ferramenta pronta ou híbrido.
Por que a DAS começa assim
Porque sistema construído sem entender o processo real é sistema que a equipe não usa. O diagnóstico é o que garante que o software acompanhe a operação — princípio número um da DAS.
Dúvidas comuns sobre Diagnóstico de operação
O diagnóstico é realmente gratuito?
Sim. Ele existe para que a DAS e a empresa decidam com base em fato se vale seguir — e para que o escopo seja honesto. Se o problema se resolve com uma ferramenta pronta, a DAS diz.
Preciso preparar alguma coisa?
Não precisa de escopo técnico. Ajuda ter por perto quem executa a rotina, os sistemas e planilhas em uso e um ou dois exemplos de onde a informação trava.