O que é, na prática
O lote sai da máquina. O inspetor abre o plano na tela: 5 medidas, 3 verificações visuais. Registra os valores; o sistema compara com a tolerância. Uma medida fora → não conformidade aberta automaticamente, lote bloqueado, responsável avisado. Tudo vinculado ao lote, à máquina e ao operador para rastreabilidade.
Pontos de controle
- Recebimento: insumo do fornecedor conforme especificação?
- Processo: medidas e verificações durante a produção.
- Final: liberação do produto acabado.
- Devolução/reclamação: análise de causa vinculada ao histórico.
Por que importa
- Refugo e retrabalho aparecem no OEE com causa.
- Fornecedor ruim fica visível por dado, não por briga.
- Reclamação de cliente leva ao lote, à máquina e ao turno em segundos.
- Auditoria e certificação com registro completo.
O que o sistema precisa
- Planos de inspeção por produto/etapa, com tolerâncias.
- Tela de inspeção rápida (tablet, no posto).
- Bloqueio automático e fluxo de tratamento de não conformidade.
- Vínculo com lote, OP, máquina, operador, fornecedor.
- Indicadores: PPM, taxa de aprovação, principais causas.
Como a DAS integra
Qualidade é módulo do MES: a inspeção acontece no mesmo fluxo do apontamento, e a não conformidade dispara gatilhos para produção, compras e manutenção.
Dúvidas comuns sobre Controle de qualidade
Controle de qualidade digital serve para certificação ISO?
É um dos maiores facilitadores: registros rastreáveis, planos de inspeção padronizados, tratamento de não conformidade documentado e histórico auditável.
Inspeção 100% ou por amostragem?
Depende do produto e do risco. O sistema deve suportar os dois: plano de amostragem configurado por item e inspeção total onde exigido.