O que é, na prática
Em vez de "o sistema custa X e fica pronto em 10 meses", a proposta diz: "o módulo de OS custa Y, fica pronto em 6 semanas e resolve o gargalo principal. Depois, estoque; depois, financeiro. Cada um com escopo e valor definidos antes de começar."
Por que a DAS trabalha assim
- Risco menor: investimento inicial proporcional ao problema.
- Retorno mais rápido: o primeiro módulo já é usado enquanto os próximos são construídos.
- Aprendizado: o uso real do módulo 1 melhora o escopo do módulo 2.
- Flexibilidade: a empresa decide o ritmo conforme caixa e prioridade.
O que compõe o valor de um módulo
- Complexidade do processo (regras, exceções, perfis).
- Quantidade de telas e fluxos.
- Integrações (cada uma tem custo próprio).
- Migração de dados (ETL), se houver.
- Treinamento e homologação.
O que não muda entre módulos
A base de dados, as permissões e a arquitetura são construídas no primeiro módulo pensando nos seguintes — por isso os próximos ficam proporcionalmente mais rápidos e baratos.
Compare com o custo total
Ao avaliar, some o investimento por módulo à manutenção e compare com o custo atual: mensalidades, retrabalho, erros e planilhas paralelas.
Dúvidas comuns sobre Orçamento por módulo
Orçamento por módulo sai mais caro no total?
Não necessariamente. Ele evita pagar por funcionalidade que não será usada e permite ajustar o rumo com base no uso real. O total costuma ser menor que o de um projeto 'tudo de uma vez' com retrabalho.
Como sei o valor do sistema completo?
O diagnóstico entrega uma faixa para o conjunto e o valor fechado do primeiro módulo. Os seguintes são orçados com o aprendizado do anterior — mais precisos.
