O que é, na prática
É aquele sistema que "ninguém mexe porque pode quebrar": o fornecedor sumiu, a documentação não existe, só uma pessoa sabe operar, e mesmo assim a empresa inteira depende dele. Trocar assusta; manter custa.
Por que importa
O legado costuma ser o motivo pelo qual a informação não circula: ele não tem API, exporta mal, e obriga a redigitação em todo sistema novo que chega.
Três estratégias
- Conviver e integrar. Construir o novo módulo ao lado, conectado ao legado por API, banco ou arquivo. Menor risco, ganho rápido.
- Estrangular por fases. Cada módulo novo assume uma função do legado até que ele possa ser desligado.
- Substituir de uma vez. Só quando o legado está inviável (sem suporte, com risco de segurança ou perda de dados).
O que avaliar antes de decidir
- Quais dados o legado guarda que não existem em outro lugar?
- Existe forma de ler esses dados (API, banco, exportação)?
- Quem depende dele e para quê?
- Qual o custo de mantê-lo mais um ano?
Como a DAS aborda
O diagnóstico mapeia o que o legado faz de fato e avalia a viabilidade técnica de integração. A regra é: não jogar fora histórico, não parar a operação, e evoluir por prioridade.
Dúvidas comuns sobre Software legado
Preciso trocar o sistema legado para evoluir?
Nem sempre. Muitas vezes é melhor construir o novo módulo ao lado e integrar, migrando por fases. Trocar tudo de uma vez é o cenário de maior risco.
Como integrar com um legado sem API?
Por leitura direta do banco de dados (quando permitido), importação de arquivos ou automação de tela. É menos elegante, mas viável — o diagnóstico avalia caso a caso.