O que é, na prática

A empresa tem 8 anos de histórico no sistema antigo e vai para o novo. Extrair: puxar clientes, produtos, OS e títulos. Transformar: unificar clientes duplicados, padronizar telefone, converter status antigos nos novos, descartar lixo. Carregar: gravar no novo sistema com os vínculos corretos. É o ETL de migração.

Onde aparece na operação

  • Migração de legado para sistema novo.
  • Consolidação de unidades ou empresas em um painel único.
  • Integração por arquivo com sistema sem API.
  • Importação recorrente de tabelas de fornecedor, banco, marketplace.

O trabalho está no T

Extrair e carregar são técnicos. Transformar é onde mora a qualidade de dados: decidir o que é duplicado, o que é lixo, qual regra vale quando dois registros divergem. Isso exige a operação junto, não só a TI.

Boas práticas

  • Migrar em ambiente de teste primeiro, com homologação da equipe.
  • Manter o original acessível para consulta.
  • Registrar o que foi descartado e por quê.
  • Automatizar e monitorar quando o ETL for recorrente.

Como a DAS conduz

Migração é fase do projeto com escopo próprio: levantamento das fontes, regras de transformação acordadas com a operação, carga de teste, validação e carga final — sem parar a empresa.

Dúvidas comuns sobre ETL (Extração, transformação e carga)

ETL é só para migração?

Também para rotina: consolidar dados de várias unidades num painel diário, importar tabela de preço do fornecedor toda semana, sincronizar cadastro com sistema sem API.

Quanto tempo leva migrar os dados do sistema antigo?

Depende mais da qualidade do que do volume. Dados limpos migram em dias; dados com duplicidade, campos vazios e formatos mistos exigem tratamento — e esse é o trabalho real.